Inovação e aprendizado serão as palavras no Marketing Político 2016.

A nova legislação eleitoral trouxe algumas novidades para o processo político deste ano. Talvez, a proibição do financiamento das campanhas por pessoas jurídicas seja a mais relevante e comentada. A dificuldade em fazer caixa ou em "colocar o dinheiro para dentro" das campanhas será o grande desafio dos candidatos e financeiro. Com isso, muitos especialistas acreditam que esta será uma eleição com recordes de candidatos que vão ganhar, mas não vão levar. 

 

 

 

Além desta novidade acima, o prazo oficial da campanha foi reduzido de 90 para 45 dias. Tecnicamente, a campanha terá aproximadamente 30 dias, uma vez que a demora para se obter o CNPJ, ajustar as artes, abrir conta, imprimir... toma cerca de uns 10 dias. 

 

Assim como as empresas e a população em geral, os candidatos vão ter que "rebolar" e serem cada vez mais criativos (positivamente) para fazer o dinheiro chegar ao fim do mês. Conquistar o eleitor também não será fácil, pois a operação lava-jato tem mostrado um mundo que o cidadão jamais imaginou em seus mais obscuros pesadelos. Estão discutindo mais e muito mais conscientes, participativos e extremamente decepcionados com os "produtos" que lhe foram apresentados em outras eleições. A renovação deve aumentar e passar dos 40% em muitas câmaras.

 

Mas nem tudo são só problemas, existe uma nova regra interessante para os pré-candidatos, a possibilidade em anunciar-se como tal antes do período de campanha, propriamente dito. Desde que não peça votos, os pré-candidatos poderão atuar pelas mídias digitais (Redes Sociais, Youtube, WhatsApp, Sites...) e pelo mundo real, divulgar seu nome e suas propostas. 

 

A vontade atual dos eleitores é "limpar a casa" e jogar tudo e todos fora. Começar do zero. O novo será a palavra de ordem, muitas vezes lutando contra a máquina da prefeitura e do estado...

 

Os prefeitos, na crise, terão que se justificar e os candidatos à prefeitura vão ter que inovar, mostrar que são capazes de fazer mais com as sobras do que restou na maioria das cidades... já os vereadores, base de todo o processo político, terão que mostrar ao eleitor a sua capacidade de indignação e como poderão fiscalizar e criar projetos mais relevantes para o povo em geral. Já não basta mais dar nomes para ruas, títulos para amigos ou fazer quebra-molas ...

 

A população já não suporta mais tanta incompetência, roubalheira e descaso com o dinheiro público. 

 

Se você é candidato e quer fazer diferente, clique aqui e vamos conversar.

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